Literatura CNEC

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 Fatalidade

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Fábio Alexandre

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MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 3:37 pm

O homenzinho franzino trás ao delegado seus problemas, ódio, descontentamento quanto ao suposto cortejo feito a sua esposa pelo personagem Herculinão Socó. Um homem enciumado, simples e ingênuo que tem honra a ser defendida, não admite que homem olhe para sua esposa como Herculinão Socó ousou fazer, homenzinho Zé Centeralfe apesar de sentir-se ofendido, tentou evitar o inevitável, mudou-se com a esposa, em busca de paz, mas o homem os perseguiu, e novamente Zé Centeralfe e a esposa fugiram do inevitável, destino. Cansado porém de fugir, buscou ajuda junto a lei. Em uma tocaia Herculinão Socó foi abatido sem direito a reação (aí se dá, ou não a fatalidade), sem saber de onde partiu o tiro fatal. O delegado “Meu Amigo” na sua realidade ilusória compara-se ao heróico Aquiles, frio e calculista, procura forjar a atitude tomada – “Resistência à prisão constatada...” - e reflete o vivenciar, terra inabitada sem lei, vida sem valor, como provado foi.
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Marcos Ferreira

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Idade : 22

MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 3:41 pm

Zé Centeralfe e sua mulher moravam no arraial Pai-do-Padre. Seu vizinho, Herculinão, fico bem afim de sua mulher. O marido ficou com ciumes, e tentou de várias formas afastar Herculinão de sua esposa, mas foi tudo em vão, porque ele sempre seguia o casal para onde quer que fosse, até quando se mudaram, foram seguidos. Então Zé Centeralfe fala com o delegado, para que possa dar um fim nessa situação. O delegado que tinha muita habilidade com armas, aceitou ajudá-lo. Herculinão aparece no momento em que Zé e o delegado estão juntos, assim ele é atingido com um tiro no peito.
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Beatriz santana



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Data de inscrição : 10/11/2014

MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 4:45 pm

Conta a historia de Zé Centeralfe, que vive incomodado com Herculinão, pois ele sempre esteve cortejando sua esposa. Muda-se para a cidade do Pai-do-Padre, mais Herculinão vai atrás. Então muda de novo, para uma cidade que havia leis e segurança, no qual é seguido novamente. Não sabendo mais o que fazer, Zé , vai pedir ajuda ao delegado (meu amigo), que apenas com o olhar de Zé , pega suas armas e vai a procura de Herculinão, que é assassinado com um tiro no peito e na cabeça, uma fatalidade.
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Arthur Ferreira



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Data de inscrição : 20/11/2014

MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 5:08 pm

Zé Centeralfe que amava sua esposa morava em arraial, sua esposa começou a ser cortejada por um criminoso, Herculinão, que insistia após mudar de cidade pela segunda vez em segui-los e a cortejar a mulher. Cansado, Centeralfe procura o delegado a procura de ajuda, para que a lei o ajudasse nessa intempere! Mas ao invés disso, o delegado lhe mostra outra moral, justiça pelas próprias mãos, onde o delegado aceita ajudá-lo e por fatalidade o Herculinão é morto com tiros.
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Bruna Trindade



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Data de inscrição : 13/11/2014

MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 6:14 pm

Zé Centeralfe morava com sua esposa em um arraial. Até que apareceu o Herculinão, um homem que sempre olhava com maldade para sua esposa. Querendo acabar com isso, eles se mudam. Mas, continuam sendo seguidos pelo Herculinão. O homem vai até o delegado procurar ajuda. O Delegado depois de saber da história, resolve ajudar e mostra uma espingarda e uma pistola. Assim, ele cometeria uma fatalidade. Herculinão morre com uma bala no peito.
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Leandro Roger



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Data de inscrição : 20/11/2014

MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 6:30 pm

Zé Centeralfe e sua esposa eram perseguidos por um bandido que queria a esposa de Zé Centeralfe. Afim de não evitar possíveis problemas. Logo eles procuram ajuda, recorrendo a um amigo que era delegado e ele propõe a Zé Centeralfe que faça justiça com as próprias mãos, então ao sair da casa do amigo encontra com Henculinão e ele é morto por Zé Centeralfe com um tiro no peito e outro na cabeça.
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vander



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MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 6:58 pm

Zé Centeralfe era casado e morava em um pequena cidade chamada "Pai do Padre ",ate que de repente apareceu um homem que se chamava Herculinão que nao parava de olhar as esposa,assim elas nem podiam mais podia sair de casa . Não havendo outro meio eles se mudaram, mas não adiantou, pois o homem os seguiu. Assim ele foi buscar ajuda de seu amigo para resolver seu problema.Quando eles saem ,se deparam com herculino e ,o matam com dois tiros .
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Paula Mendes



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MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 7:11 pm

Ze Centeralfe e sua esposa mudam de cidade a procura de justiça e proteçao de um homem chamado Herculinao , que desejava a mulher de Ze .
Ze entao vai atras do delegado da cidade. O homem induz Ze Centeralfe a fazer justiça com suas proprias maos . Oque ja era de se esperar ja que o delegado era considerado um fatalista -que faz justiça com as proprias maos - , saindo da delegacia Ze Centeralfe encontra com Herculinao , que é assacinado .
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Letícia Terra



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MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 9:49 pm

Um homenzinho de apelido Zé Centeralfe de idade mais ou menos trinta anos, simples, caipira e miúdo vai à procura de seu amigo um poeta, professor ex-sargento e delegado de policia com o intuito de resolver o problema com um homem chamado Herculinão que observava demais sua esposa. Esse amigo era considerado um homem fatalista, acreditava numa vida sem muitas possibilidades, guiada pelo destino certo e pelo karma. Zé era casado no civil e igreja e vivia bem com sua esposa no arraial do Pai-do-Padre, ate que Herculinão apareceu e começou a cortejar sua esposa. A situação ficou insuportável e eles tiveram de se mudar para uma roça em Amparo, mas o homem apareceu por lá. Zé queria que a justiça fosse feita de acordo com a lei, entretanto acaba convencido pelo amigo a matar Herculinão. Quando saem encontram o homem e o amigo o mata com dois tiros usando a desculpa de estar resistindo à prisão, segundo ele o destino estava escrito e previsto para Herculinão.
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José Martinho

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MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 10:06 pm

O conto gira em torno de Zé Centeralfe, que procura juntamente com seu amigo um poeta, professor ex-sargento e delegado de policia que tinham ambos a necessidade de resolver um problema com um homem chamado Herculinão que observava demais a esposa de Zé. Seu amigo era conhecido como fatalista, que tudo era guiado pelo destino e tudo estava predestinado a acontecer. Ele queria resolver de forma mais pacifica o problema, mas acaba convencido pelo amigo a matar Herculinão. Um dia a sair encontram o homem, e o amigo o mata com dois tiros, e como sempre fala que o destino ja estava escrito para Herculinão.
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Ana Clara



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MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 10:13 pm

Zé Centeralfe e sua mulher, muito humildes e pobres, moravam no arraial Pai-do-Padre, de onde saíram as pressas fugidos de um vizinho, Herculinão, que vivia perseguindo sua mulher e que não seria essa mudança que o faria desistir. Continuava seguindo o casal, desejando sua esposa. O homenzinho, estava farto daquele dilema que vivia. Tinha emprego, uma vida digna, mas não suportava mais tal perseguição. Decide então, ir até a cidade, procurar o delegado, que ouvindo a situação, ainda antes da conclusão, já busca uma de suas dezenas de armas que exibia na sala, diante de tanto gosto. No impulso do momento, sem nem pensar, o homem é motivado pela proposta, que demora a entender. Ao sair da casa, como um fatalidade, encontra exatamente com o malfeitor e mata-o.
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Henrique Assis

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MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 11:24 pm

A esposa de Zé Centeralfe, era muito cobiçada pelo Herculinão, que a observava demais. Cansado daquilo, Zé muda de cidade com sua esposa, mas Herculinão vai atrás. Não aguentando mais a situação Zé procura seu amigo, poeta, professor, delegado que o incentiva a matar Herculinão. Assis foi feito, ao sair de casa Zé encontra com os malfeitores e os mata.
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PauloVitorCS



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MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 11:46 pm

Zé Centeralfe era um homem muito bem casado e tinha um bom relacionamento com sua mulher. Porém, de repente ele começou a ser segui por um homem misterioso, chamado Herculinão, que tinha um olhar quente para mulher dele. Para todo lugar que ele ia, não importasse onde, Herculinão ia atras. Seguia-a para em todo lugar, bastava ela sair de casa que Herculinão já a seguia. Zé Centeralfe e sua mulher decidiram se mudar, porém é em vão, que para qualquer casa que fossem, Herculinão ia atrás. Desesperado, Zé Centeralfe procura seu amigo delegado para dar um fim à essa situação. A solução que o delegado vê é matar Herculinão, e assim foi. Herculinão é morto à sangue frio, sem direito de se defender. E caso desse algum problema, seria Herculinão que resistiu à prisão e ele viraria uma estatística, uma fatalidade.
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tulioaraujo2009



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MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 11:55 pm

Zé Centeralfe procura o delegado de seu arraial reclamando que Herculinão Socó estava cantando sua esposa constantemente. Para evitar isso o casal se mudou do arraial mas não adiantou, Herculinão os seguiu. O delegado era justiceiro e ouviu a queixa de Zé e tomou suas dores, procurou o conquistador e sem hesitar o matou, justificando que era em nome da paz e do bem-estar do universo.
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Fabio Augusto



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Idade : 21

MensagemAssunto: Re: Fatalidade   Qui Nov 20, 2014 11:58 pm

No conto, Zé Centeralfe buscava pela ajuda da lei para a resolução de um problema. Ele e a esposa vinham sendo seguidos por Herculinão Socó, homem que vinha se engraçando para cima da esposa de Centeralfe. Já haviam tentado se livrar de tal homem mudando de arraial, duas vezes, porém, Herculinão continuava a persegui-los. Na cidade Zé Centeralfe vai à procura do delegado para que tudo possa ser resolvido pela lei. O delegado é um homem que acredita na fatalidade, a vida é regida pelo destino das coisas. Então, pegando suas armas, o delegado garante a Zé que resolverá o problema, e por fatalidade, da logo de cara com Herculinão na rua. Herculinão leva dois tiros, um no coração, e morre, não tendo tempo de reação. O problema foi resolvido, pela fatalidade, que é o destino pré-determinado das coisas, como acreditava o delegado.
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